Gemini e Busca do Google ganham apps de terceiros
O Google anunciou que mais de 50 aplicativos de terceiros já estão disponíveis no Gemini e na Busca, permitindo acesso a serviços sem sair da tela. A novidade inclui nomes como Adobe, Experian, Localiza e Peloton, com expansão gradual para outras regiões.
O Google deu um passo significativo na integração de serviços de terceiros em suas plataformas de inteligência artificial e busca. A partir de agora, usuários do Gemini e da Busca podem acessar mais de 50 aplicativos sem precisar sair da tela, conforme anunciado pela empresa. A novidade abrange categorias como produtividade, saúde, comércio e venda de ingressos, ampliando as possibilidades de uso no dia a dia.
Entre os serviços já integrados ao Gemini estão Adobe, Experian, Localiza e Peloton. A expectativa é que essa lista cresça nas próximas semanas, com a expansão também para a Busca. A iniciativa faz parte da Connected Apps Platform, lançada inicialmente em fase de testes para desenvolvedores nos Estados Unidos.
Mais de 50 aplicativos já disponíveis
A integração permite que os usuários realizem tarefas diretamente no ambiente do Gemini ou da Busca, sem a necessidade de alternar entre aplicativos. Por exemplo, é possível consultar informações de uma conta na Experian ou acessar recursos da Adobe sem abrir outro programa. A Localiza, empresa brasileira de aluguel de carros, também figura entre as parceiras, o que demonstra o alcance global da novidade.
Além disso, a Peloton, conhecida por seus equipamentos de fitness e aulas online, está presente no Gemini. A fonte não detalhou quais funcionalidades específicas de cada aplicativo estão disponíveis, mas a proposta é clara: reduzir o atrito e manter o usuário engajado na plataforma do Google. A expansão para a Busca deve ocorrer gradualmente, conforme anunciado.
Como funciona a Connected Apps Platform
A Connected Apps Platform é a base técnica que permite essa integração. Inicialmente, ela foi disponibilizada apenas para desenvolvedores nos Estados Unidos, em um programa de testes. Agora, empresas e profissionais de outros países interessados em conectar seus serviços ao Gemini e à Busca podem se inscrever na lista de espera do beta público, por meio do site developers.google.com.
O Google informou que o acesso será liberado gradualmente nos próximos meses, com a inclusão de mais desenvolvedores, regiões e produtos da empresa. Isso sugere que a plataforma deve evoluir para abranger um ecossistema mais amplo, possivelmente incluindo outros serviços do Google, como o Workspace ou o Android. A fonte não detalhou quais produtos adicionais serão contemplados.
Impacto para usuários e desenvolvedores
Para os usuários, a principal vantagem é a conveniência: menos trocas de aplicativo, mais agilidade nas tarefas cotidianas. Imagine, por exemplo, consultar seu relatório de crédito ou editar um documento sem sair do chat do Gemini. Essa fluidez pode aumentar a adoção tanto do assistente de IA quanto da Busca, que já é o principal ponto de entrada da internet para bilhões de pessoas.
Já para os desenvolvedores, a oportunidade é de alcançar um público massivo sem exigir que o usuário instale um aplicativo separado. A integração com o Gemini e a Busca pode gerar mais engajamento e receita, especialmente para serviços de comércio e venda de ingressos. No entanto, a fonte não detalhou os critérios de seleção nem o modelo de negócios para os parceiros.
Expansão gradual e próximos passos
O Google deixou claro que a liberação será feita em etapas. Nos próximos meses, mais desenvolvedores e regiões devem ser incluídos, o que pode trazer aplicativos locais de diversos países. A lista de espera do beta público é o caminho para quem deseja participar desde já. A empresa não informou uma data específica para a abertura geral.
Enquanto isso, os usuários podem experimentar os aplicativos já disponíveis no Gemini e, em breve, na Busca. A expectativa é que a integração se torne um diferencial competitivo para o Google, que enfrenta concorrência acirrada no campo da inteligência artificial. A fonte não detalhou se haverá custos adicionais para os usuários ou para os desenvolvedores.
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Fonte
- canaltech.com.br
- developers.google.com (developers.google.com)
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