Polícia Civil esclarece homicídio e prende autor em Birigui

O acusado alegou que cometeu o crime, após a vitima ter lhe convidado para um relacionamento sexual. Ele deverá permanecer preso por 30 dias, o que poderá ser prorrogado pela Justiça. 

A Polícia Civil de Birigui prendeu na manhã desta segunda-feira (24), J.B.A.J., 34 anos, pedreiro, pela prática do homicídio do professor Eloi Gomes da Silva, crime ocorrido no último dia 30.

O autor que é pedreiro se apresentou no 1ª Distrito Policial na manha desta segunda, na presença do advogado de defesa, porém a policia já tinha solicitado o pedido de prisão preventiva o que foi concedido por pelo menos 30 dias, podendo ser prorrogado.

O professor Eloi Gomes da Silva, 48 anos, foi encontrado morto com uma facada no peito na noite de quinta-feira (30) de agosto, em Birigui. O crime foi em uma casa na Rua Paraná, Vila Brasil.

Segundo informações do delegado responsável pelo caso Dr. Eduardo Lima Paula, o pedreiro figurava como suspeito desde que seu nome foi citado em denúncias anônimas recebidas pelas polícias civil e militar no dia 01/09, ocasião em que ele chegou a ser ouvido sobre os fatos e negou a prática delitiva. No decorrer da investigação foram reunidos novos elementos que fortaleceram os indícios que o mesmo havia praticado o crime, sendo feita a representação por sua prisão na semana passada.

Nesta manha na presença do advogado o mesmo confessou a prática do homicídio, e disse ter agido sozinho e que sua intenção em se apoderar do celular e do notebook da vítima era impedir que fosse relacionado aos fatos, visto que havia conversas suas com ele. Após o crime, teria jogado os objetos em um córrego nas proximidades de sua casa.

O pedreiro forneceu detalhes de como ocorreram os fatos que condiziam com as provas periciais reunidas e o exame realizado no local do crime, algumas delas não divulgadas à imprensa. Ele foi indiciado pela prática de Homicídio duplamente qualificado por motivo fúti

l e à traição. O preso será inicialmente encaminhado à Cadeia Pública de Penápolis, onde permanecerá, à disposição da Justiça.

 

Fonte: Guilherme Renan

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